Alvo de uma das maiores vaias da história do futebol, meia considerou barulho fraco.
Depois de ser muito vaiado e perder de virada por 4 a 2 para o Grêmio no estádio Olímpico, Ronaldinho ainda desdenhou a torcida tricolor. Cercado pelos repórteres na saída de campo e questionado sobre a recepção "calorosa" que teve em Porto Alegre, afirmou: "Para quem está acostumado com a torcida do Flamengo, isto não é muito barulho, não".
• Blog FotoCorreio: o reencontro 10 anos depois
Ronaldinho garante não ter se surpreendido com a indignação da massa. "Isto não é novidade para ninguém. Todo mundo sabia que seria assim". E ele ficou chateado? "Não. Estou triste por ter perdido o jogo".
Foi uma tarde histórica. Ronaldinho pisou no Olímpico pela primeira vez desde que deixou a casa de forma polêmica em 2001 e após rejeitar o Grêmio no início deste ano, preferindo o Flamengo. O jogador foi marcado pela torcida tricolor desde a chegada da delegação flamenguista. Já desembarcou ao som de gritos de "pilantra, pilantra".
Ao pisar no campo, recebeu uma das mais estrondosas vaias da história do futebol brasileiro. Foi recebido com faixas de "Pilantra" e outras impublicáveis. Aparentando tranquilidade, sorriu, cumprimentou funcionários do Grêmio e até agitou uma flâmula do clube em direção às arquibancadas. Não convenceu.
No primeiro tempo, Ronaldinho desfilou em campo. Cobrou falta no travessão, deu passes de primeira, toques de letra, sambou, foi caçado por Saimon, enfim, ajudou o Flamengo a abrir 2 a 0. No segundo, caiu de produção e viu o Grêmio construir a virada histórica. E seguiu sendo vaiado até o final.
Gremistas comemoram
Pelo lado tricolor, a alegria era incontida. "Foi uma superação incrível", definiu Douglas, autor do terceiro gol. "Eu precisava deste gol para seguir agregando confiança", comemorou Miralles, que entrou no segundo tempo e fechou o placar.
O argentino espera ganhar pontos com Roth depois dos desentendimentos recentes. "Celso está usando outros jogadores e sigo trabalhando para conquistar o meu espaço. Tenho que tratar de aproveitar o momento", afirmou.
Para quem está acostumado com a torcida do Flamengo, isto não é muito barulho, não. Afirmou o jogador
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Ronaldinho garante não ter se surpreendido com a indignação da massa. "Isto não é novidade para ninguém. Todo mundo sabia que seria assim". E ele ficou chateado? "Não. Estou triste por ter perdido o jogo".
Foi uma tarde histórica. Ronaldinho pisou no Olímpico pela primeira vez desde que deixou a casa de forma polêmica em 2001 e após rejeitar o Grêmio no início deste ano, preferindo o Flamengo. O jogador foi marcado pela torcida tricolor desde a chegada da delegação flamenguista. Já desembarcou ao som de gritos de "pilantra, pilantra".
Ao pisar no campo, recebeu uma das mais estrondosas vaias da história do futebol brasileiro. Foi recebido com faixas de "Pilantra" e outras impublicáveis. Aparentando tranquilidade, sorriu, cumprimentou funcionários do Grêmio e até agitou uma flâmula do clube em direção às arquibancadas. Não convenceu.
No primeiro tempo, Ronaldinho desfilou em campo. Cobrou falta no travessão, deu passes de primeira, toques de letra, sambou, foi caçado por Saimon, enfim, ajudou o Flamengo a abrir 2 a 0. No segundo, caiu de produção e viu o Grêmio construir a virada histórica. E seguiu sendo vaiado até o final.
Gremistas comemoram
Pelo lado tricolor, a alegria era incontida. "Foi uma superação incrível", definiu Douglas, autor do terceiro gol. "Eu precisava deste gol para seguir agregando confiança", comemorou Miralles, que entrou no segundo tempo e fechou o placar.
O argentino espera ganhar pontos com Roth depois dos desentendimentos recentes. "Celso está usando outros jogadores e sigo trabalhando para conquistar o meu espaço. Tenho que tratar de aproveitar o momento", afirmou.
Para quem está acostumado com a torcida do Flamengo, isto não é muito barulho, não. Afirmou o jogador
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