Diretor executivo Paulo Pelaipe viajou a Buenos Aires para iniciar negociação com o Boca Juniors.
Enquanto aguarda a chegada de Kleber, o Grêmio encaminha outros negócios para a temporada de 2012. O meia Escudero tornou-se uma das principais peças do Grêmio no segundo semestre. As boas atuações no Brasileiro, fizeram despertar o interesse na sua permanência. Para tratar do assunto, Paulo Pelaipe viajou, nessa terça-feira à noite, para Buenos Aires. Irá se reunir hoje, perto do meio-dia, com o representante do atleta, Darío Bombini, e com dirigentes do Boca Juniors.
O encontro servirá para saber qual o interesse do clube argentino, detentor de 50% dos direitos econômicos e cujo investimento foi bastante alto para repatriar o meia-atacante no futebol espanhol. O valor estipulado no contrato de empréstimo é de 5 milhões de dólares. A ideia de reduzir a quantia pode encontrar dificuldade no desejo dos argentinos de recuperar parte do dinheiro. O vínculo do jogador vai até a metade de 2014 e os outros 50% do vínculo são do Villarreal.
Os primeiros contatos para a permanência do meia no estádio Olímpico já haviam sido feitos com Bombini nas últimas semanas. "Uma negociação assim não pode ser feita por telefone ou e-mail. Tem que estar presente, olho no olho", salienta Pelaipe. O dirigente nega, porém, que a viagem pode servir também para reforçar o sistema defensivo. Um nome que surge é de Jonathan Bottinelli, do San Lorenzo, irmão do meia Darío Botinelli, do Flamengo.
O encontro servirá para saber qual o interesse do clube argentino, detentor de 50% dos direitos econômicos e cujo investimento foi bastante alto para repatriar o meia-atacante no futebol espanhol. O valor estipulado no contrato de empréstimo é de 5 milhões de dólares. A ideia de reduzir a quantia pode encontrar dificuldade no desejo dos argentinos de recuperar parte do dinheiro. O vínculo do jogador vai até a metade de 2014 e os outros 50% do vínculo são do Villarreal.
Os primeiros contatos para a permanência do meia no estádio Olímpico já haviam sido feitos com Bombini nas últimas semanas. "Uma negociação assim não pode ser feita por telefone ou e-mail. Tem que estar presente, olho no olho", salienta Pelaipe. O dirigente nega, porém, que a viagem pode servir também para reforçar o sistema defensivo. Um nome que surge é de Jonathan Bottinelli, do San Lorenzo, irmão do meia Darío Botinelli, do Flamengo.
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