Zagueiro foi contratado após título da Chapecoense para reforçar o Grêmio em 2012.
Primeiro contratado do Grêmio para 2012, o zagueiro Douglas Grolli, oriundo da Chapecoense, terá a missão de reforçar um dos setores mais voláteis do time. Após o final do Brasileirão, a tendência é que os zagueiros Rodolfo, Edcarlos e Rafael Marques deixem o estádio Olímpico. Sobre o seu futebol, o jovem de 23 anos afirmou à Rádio Guaíba, nesta quarta-feira, que suas referências são Lúcio e Réver, um ex-colorado e o outro ex-gremista.
“Já se falou muito que tenho um estilo parecido com o Réver e gosto muito de me espelhar no Lúcio, nas suas atuações pela Seleção também”, avaliou o zagueiro. Com 1m89, ele salientou que é um defensor no estilo força, seu ponto forte sendo a marcação. “Uso o corpo bastante, mas tento sair jogando e busco ser o mais completo possível”, explicou Grolli, que já havia dito que seu forte é o cabeceio.
Ele salientou que, apesar de não ter dado contribuição ofensiva muito grande na Chapecoense, trabalha para melhorar este aspecto. “Vou para a área adversária em bola parada e tento fazer uns golzinhos. Como profissional fiz um gol só, mas no amador fazia e sempre busco evoluir essa função nos treinamentos”, garantiu.
Zagueiro vive expectativa da transferência
Grolli não escondeu a expectativa com a primeira vez que defenderá as cores do Grêmio: “A gente sabe da responsabilidade muito maior que tem no Grêmio. Estou muito confiante do que posso fazer em Porto Alegre. Motivado, feliz e até um pouco ansioso para que 2012 venha e eu possa vestir a camisa tricolor”.
O zagueiro lembrou a origem humilde, já que o pai é pedreiro, e enfatizou que quando foi chamado para o profissional da Chapecoense, encarou como “oportunidade da sua vida”. “Até os 18 jogava o estadual de amadores e treinava num clube da minha cidade. Fui me destacando e chamaram fazer uma avaliação. Fui indicado para um diretor do Chapecoense, fui fazer o teste e acabei sendo aproveitado”, contou.
Negociação com Grêmio durou dois meses
A contratação pelo Grêmio, segundo ele, demorou dois meses, numa negociação um pouco difícil. O resultado, porém, ele admite que não poderia ser melhor. “Um empresário que trabalha com o Jorge Machado veio falar que o Grêmio estava interessado em me contratar. Eu falei que era um sonho realizado”, relatou.
“Na minha cidade todo mundo é gremista ou colorado, então todos ficaram felizes de me ver com a camisa do Grêmio”, disse o zagueiro. “É difícil definir a magnitude disso tudo e eu estou muito feliz, farei de tudo para aproveitar a oportunidade.”
“Já se falou muito que tenho um estilo parecido com o Réver e gosto muito de me espelhar no Lúcio, nas suas atuações pela Seleção também”, avaliou o zagueiro. Com 1m89, ele salientou que é um defensor no estilo força, seu ponto forte sendo a marcação. “Uso o corpo bastante, mas tento sair jogando e busco ser o mais completo possível”, explicou Grolli, que já havia dito que seu forte é o cabeceio.
Ele salientou que, apesar de não ter dado contribuição ofensiva muito grande na Chapecoense, trabalha para melhorar este aspecto. “Vou para a área adversária em bola parada e tento fazer uns golzinhos. Como profissional fiz um gol só, mas no amador fazia e sempre busco evoluir essa função nos treinamentos”, garantiu.
Zagueiro vive expectativa da transferência
Grolli não escondeu a expectativa com a primeira vez que defenderá as cores do Grêmio: “A gente sabe da responsabilidade muito maior que tem no Grêmio. Estou muito confiante do que posso fazer em Porto Alegre. Motivado, feliz e até um pouco ansioso para que 2012 venha e eu possa vestir a camisa tricolor”.
O zagueiro lembrou a origem humilde, já que o pai é pedreiro, e enfatizou que quando foi chamado para o profissional da Chapecoense, encarou como “oportunidade da sua vida”. “Até os 18 jogava o estadual de amadores e treinava num clube da minha cidade. Fui me destacando e chamaram fazer uma avaliação. Fui indicado para um diretor do Chapecoense, fui fazer o teste e acabei sendo aproveitado”, contou.
Negociação com Grêmio durou dois meses
A contratação pelo Grêmio, segundo ele, demorou dois meses, numa negociação um pouco difícil. O resultado, porém, ele admite que não poderia ser melhor. “Um empresário que trabalha com o Jorge Machado veio falar que o Grêmio estava interessado em me contratar. Eu falei que era um sonho realizado”, relatou.
“Na minha cidade todo mundo é gremista ou colorado, então todos ficaram felizes de me ver com a camisa do Grêmio”, disse o zagueiro. “É difícil definir a magnitude disso tudo e eu estou muito feliz, farei de tudo para aproveitar a oportunidade.”
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