Dirigente projeta torcida do Grêmio civilizada nos protestos contra o meia.
O diretor executivo do Grêmio, Paulo Pelaipe, negou que haja alguma orientação específica para que os jogadores do Grêmio recusem trocar a camisa com Ronaldinho no intervalo ou após o jogo marcado para este domingo, às 16h, no estádio Olímpico. Ele classificou como absurda a possibilidade e enfatizou que a mágoa é do torcedor fora de campo e não dos atletas no gramado.• Juremir Machado da Silva: R10 e o Grêmio, assim se passaram dez anos
"Desconheço isso e seria amadorismo. Não acredito que alguém do Grêmio tenha dado orientação para não trocar camisa. Eu credito a uma informação equivocada, mas é da iniciativa dos jogadores", enfatizou Pelaipe, reconhecendo que no jogo do primeiro turno não houve troca com o atleta no Rio de Janeiro, mas também sem qualquer instrução sobre isso.
Pelaipe salientou que seria prejudicial para o Grêmio criar ânimos acirrados dentro das quatro linhas, antes da partida começar. "Seria provincianismo da minha parte, seria irresponsável até pelos atletas experientes que temos no plantel. Não queremos implantar a discórdia e sim ganhar dentro do campo da equipe do Flamengo", ponderou o dirigente.
"O torcedor tem mágoa, da saída prematura e da não vinda dele agora no início do ano", avaliou o diretor. "Mas pedimos que tenham tranquilidade e queremos que eles façam sua parte torcendo e quando quiser vaiar, apupar, fazer brincadeiras, sigam o bom exemplo", frisou Pelaipe. "São bons torcedores que virão ao estádio e a maioria é associada ao clube. Esperamos um espetáculo", definiu.
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