Diretor executivo do Grêmio afirmou que Roth e médicos optaram por cortar o jogador da partida.
O diretor executivo do Grêmio, Paulo Pelaipe, afirmou nesta terça-feira que a exclusão de Miralles do banco de reservas na partida contra o Santos foi uma decisão de comum acordo, entre comissão técnica e departamento médico. "Ele sofreu um choque violento na atividade de quinta-feira e treinou pouco na última sexta. Após uma conversa entre o técnico e os médicos, o jogador foi cortado da partida. A iniciativa de tirá-lo do jogo ocorreu em conjunto", disse em entrevista à Rádio Guaíba.Pelaipe admitiu que conversou com o agente do jogador, Rogério Braun, e afirmou que tudo volta ao normal no estádio Olímpico. "Nós temos que ter discernimento sobre o assunto e não dar a ele uma dimensão maior do que o necessário", disse.
No entender do dirigente do Grêmio, a reclamação de Miralles demonstra que o atleta tem vontade de ser titular no Grêmio. "Ele sabe que errou ao fazer esse tipo de manifestação pública porque faltou com respeito aos colegas. O Grêmio tem 32 jogadores e, no último fim de semana, 13 ficaram em Porto Alegre", esclareceu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário