domingo, 11 de setembro de 2011

Algumas palavras dos jogadores e técnicos


      O jogo com maior presença de público na competição foi o clássico Gre-Nal, com 26.694 torcedores. O Olímpico chegou a receber menos de 10 mil gremistas, em duas oportunidades, na pior fase na competição, algo raramente visto nos tempos do clube com mais de 60 mil sócios.
      "Espero que o torcedor vá em peso para ver a volta do Grêmio forte dentro de casa, essa é a nossa meta. E se ganhar do São Paulo, que talvez seja a equipe mais preparada, aí a coisa deslancha de vez", acredita o presidente Paulo Odone.
      Pode ser a primeira sequência de três vitórias seguidas do time no Brasileirão. Depois de derrubar adversários da ponta de baixo - Atlético-PR e Bahia -, o desafio agora é contra quem briga pelo título.
     "Estamos precisando do resultado. Viemos de dois grandes jogos, e as vitórias fora voltaram a acontecer. Conseguimos nos distanciar da zona de rebaixamento, e agora quero convocar a torcida para fazer um belo espetáculo. Pode ter certeza que vamos nos esforçar para conquistar os pontos", ressalta André Lima.
      O crescimento da equipe como um todo culminou também com a melhora de desempenho de Victor. Depois de cometer algumas falhas ao longo do ano, perder o posto de reserva de Júlio César na Seleção Brasileira e ter até a titularidade contestada no Grêmio, o goleiro retomou a boa fase. As atuações mais seguras foram referendadas com a defesa no final da partida diante do Bahia, garantindo a vitória e comprovando o momento positivo. Neste domingo, terá uma missão ingrata pela frente. Parar Dagoberto, o carrasco gremista.
      O atacante são-paulino já marcou seis vezes contra o Grêmio. Em 2010, chegou a balançar as redes três vezes no mesmo confronto, na goleada de 3 a 0, no Morumbi. "Não sou muito ligado nisso, mas claro que é sempre legal. Tomara que possam sair os gols ou as assistências mais uma vez", salienta o atacante.
      O técnico do São Paulo, Adilson Batista, está preocupado com o lado esquerdo gremista. A parceira entre Julio Cesar e Escudero tem sido uma das principais armas do time comandado por Celso Roth. Para brecar isto, Piriz, melhor marcador, deve ser escalado como lateral-direito. "Vamos mudar a escalação porque temos que conter esse lado forte do Grêmio", salienta.
      Sem fazer muito alarde, o time gaúcho sonha, mesmo que remotamente, com uma campanha semelhante a realizada em 2010. Uma franca recuperação no returno que leve o time de volta a Libertadores. Primeiro é preciso fazer a torcida acreditar nisso.


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